domingo, 29 de março de 2009
Entardecer

Com esta obra ganhei ontem, dia 28 de março de 2009, uma Medalha de Ouro no 1º Salão de Artes Plásticas da Associação de Aposentados e Pensionistas de Cabo Frio. Numa maravilhosa exposição onde pude encontrar e abraçar amigos Acadêmicos e conhecer outros colegas que labutam na mesma arte. Parabéns à ALeArt - Academia de Letras e Artes da Região dos Lagos à qual sou um dos sócios fundadores, pelo magnífico evento.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Prenuncio da primavera
Rio e Morro de São João
Caminho da Floresta
Esta tela que foi pintada no ano de 1986 é uma das minhas obras mais premiada. Ela representa um caminho que pintei ao vivo no Embú - SP e que hoje, quem for a esse local verá que desta paisagem resta somente o céu. Infelismente hoje, não exite mais, uma árvore sequer... Por ironia, ganhei com ela dois troféus "Ecologia", Uma medalha de Ouro e outra de Prata.
O Meu Loro

Pintei esta aquarela em memória a um papagaio que eu tinha quando garoto, ele era um ótimo radialista, gostava de narrar partidas de futebol, principalmente quando saía um gol. Cantava com maestria uma cantiga bem antiga: " Se você fosse sincera, ôôôô, Aurora! Veja lá que bom que era, ôôôô Aurora!" Alem de que nos servia de Campainha, pois bastava alguém aparecer no portão, ele gritava o apelido de minha mãe:
Dona Quitaaaaaaaaaaaaaa! Que saudades loro! quando aos meus 12 anos saía contigo em meu ombro para passear e tu assobiava: Fiu Fiu para todas as mulheres que encontrávamos me deixando sempre em má situação tendo que provar que eras tú quem assobiava... ah! quanta saudades, meu loro e também quanta dor. Fostes roubado por um malvado retirado de seu puleiro e levado para o Rio de Janeiro que algum tempo depois te vi pela última vez em um programa do Chacrinha cantando aquela sua cantiga como querendo dizer que se a pessoa que te robou fosse realmente sincera... Como sei que tu viverás mais que eu, deves ainda estar cantando , quem sabe, por esse Brasil afora.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
O Artista
Pintor e desenhista autodidata Natural de Poá - SP aos 07 de fev de 1946 Tendo iniciado na arte aos seis anos de idade, maneja o pincel com muita habilidade, colocando as formas e cores com uma facilidade digna dos grandes mestres. Em sua existência sempre aspirou ser artista, necessitando da pintura e do desenho tanto quanto o ar que respira, portanto a arte de desenhar e pintar, é o que mais deseja na vida. O hábil desenhista tem uma necessidade febril em esboçar e pintar suas marinhas e paisagens, em qualquer hora do dia ou da noite, sempre utilizando sua técnica "a la prima". Sua filosofia de vida está no desenho e na pintura, a qual se resume em um só objetivo, " Ser pintor, e pintar tudo o que é belo, não para si, mas para a humanidade". Seu maior desejo é ver sua obra ostentada e imortalizada. Durante sua carreira que se arrasta por mais de meio século, recebeu vários prêmios em várias categorias e modalidades, troféus , ouro, prata, bronze, menções honrosas, mas para si mesmo considera como o maior prêmio, o reconhecimento da sua arte. Atualmente sua maior vibração é passar para os alunos, todo o conhecimento técnico adquirido no decorrer dos anos, com a compensação de poder olhar para trás e ver que a perda de suas horas de lazer durante toda sua infância e adolescência adquirindo técnicas, não foi em vão, muito pelo contrário, é hoje de grande valia para orientá-los com a facilidade de um verdadeiro mestre. (Texto do livro dos dez anos da ABD- Rio das Ostras, 06/ fev / 2004)
Pastando ao amanhecer
Pier do centro - Rio das Ostras - RJ
Casa de caiçara

Óleo sobre tela 60x80 cm
Esta tela foi pintada por inspiração e para retratar um de meus sonhos. Sempre quis morar próximo ao mar numa casinha simples onde pudesse apreciar as noites de lua cheia. Essa tela marca também uma fase da minha pintura onde a noite enluarada passou a ser o tema principal. houve uma época em que eu expunha meus trabalhos na feira de artes do Embú SP e quando encerrava as atividades, já era noite. Então eu ia a um restaurante que ficava na praça da matriz e continuava pintando a igreja do Embú à noite, e para poder ver o que estava pintando, eu ficava embaixo de um poste com uma arandela com pouca luz e ia pincelando todas as nuances que são próprias da noite enluarada e as frestas de luz que saíam da igreja pelas janelas e portas me deram a inspiração desta tela da Casa de Caiçara.
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